segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

ALBUKA GOSTOU. ALBUKA QUERIA MAIS. (03/01/2011 – DIA15)

Hoje Sandra e eu demos conta que já passamos da metade de nossos dias de viagem. Pra piorar, hoje é o nosso último dia em Amsterdam. E parece que chegamos ontem...

Enfim, hoje foi um dia para conhecer mais lugares de Amsterdam, fazer mais compras - mas com um certo limite, pois na manhãzinha seguinte pegamos nosso vôo para Roma e nosso espaço de bagagem é limitado. Mas nos consola que tudo vai mudar de Roma em diante.
Também voltamos a comer numa lanchonete 100% vegetariana, voltamos ao bar de rock que a Sandra adorou, tomamos mais sambuka – afinal nos despedíamos da cidade.

No final, pegamos mais uma baladinha para ver se tinha a mesmo sorte do dia primeiro. Mas foi uma noite para fazer amigos, conversar bastante e reforçar ainda mais a vontade de voltar para esta cidade.
Nesta balada conhecemos a holandesa Linda.

SAMBUCA NO ALBUKA (02/01/2011 - DIA14)

De manhazinha tomamos um belo café da manhã com a família de Felice. Comemos um docinho que o casal oferece para todos que vem visitar a pequena Isis pela primeira vez. É uma torrada redonda, passa-se uma geléia nela e a cobre com umas bolinhas doces e coloridas. Ah! E comemos também uma massa doce, uma bolinha frita com açúcar de confeiteiro por cima, que a Inge nos explicou que é muito típica na região de se comer nos primeiros dia do ano. Chama-se oliebol. (Atenção nisso.)

Felice nos levou para a estação e voltamos para Amsterdam.
Hoje foi um dia de compras e passeio pela cidade para curtir a essência da cidade. Ver diante dos olhos toda a fama da cidade. Inclusive das putas nas vitrines. Diga-se de passagem: lindíssimas. Não tem barangas. (RS)

Nesta foto a Sandra não me deixou terminar de falar. (RS)
Bem, a noite foi de rock, boa cerveja e um néctar dos deuses: SAMBUCA!

Esta foto diz exatamente como estou me sentindo nesta cidade.

O final da noite em Amsterdam segue nas entrelinhas abaixo:

TCHU-TCHU-TCHURURU... MANÁ-MANÁ
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
LOOK! WE ATE IT ON THE MORNING. THIS NAME IS BOLLS FRITS
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
MY MONTH LOOK LIKE A… CÚ
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
I’M HUNG UP… I’M HUNG UP ON YOU
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
MANÁ-MANÁ…

domingo, 23 de janeiro de 2011

ALBUKA É SUCESSO EM AMSTERDAM (01/01/2011 - DIA13)

Após a queima de fogos fomos para um típico pub em Amsterdam. Lá dentro, vimos um rapaz moreno que tirou a jaqueta e em sua camiseta estava escrito em português: “Feliz Ano Novo”. Eu fui perguntar se era brasileiro ou português. A corzinha não nega. Brasileiro vivendo aqui na Holanda. O cara foi legal. Disse que estamos de férias por aqui, ele me deu algumas dicas, inclusive quanto a uso de camisinha. Disse que a Holanda tem o maior índice de contaminação de HIV da Europa. Mas não vim aqui procurando sexo.
Agora vou falar por mim: 2011 JÁ COMECEI ARRASANDOOOOO!
Eu achei as pessoas daqui lindas, só pra começar. Quem me conhece sabe que eu adoro uma pelezinha branca, bochecha rosa e melhor ainda, um belo par de olhos azuis. Aqui é cheio! E, eu sou novidade aqui. Se para Paris eu disse “Estou apaixonado por esta cidade”, para Amsterdam posso dizer “Esta cidade está apaixonada por mim” (KKKKK) Prepotência minha? Sei lá. Mas fui muito abordado na noite. Falavam dos meus olhos, do meu sorriso, da minha pele e do até de meu corte moicano. Claro que uma atenção eu tive que dar. Troquei um papinho legal e daí, ALBUKA beijou muuuuuuuuuuuito. Nada mais, hein!
Era legal falar meu nome e ouvi-lo assim: RRRRRRobson. (KKKKK) Bem, hora de dizer bye e voltar para casa. Temos a casa da mãe do Niels no interior da Holanda para irmos durante o dia.
Acordamos tarde, tomamos café e pegamos o trem rumo a cidade de Den Bosch. Na estação o irmão do Niels, Felice, nos esperava de carro para nos levar até a casa da mãe deles.
A Senhora Goverdine nos recebeu em sua casa com uma decoração muito bonita e tradicional para um jantar delicioso. Conhecemos também a esposa do Felice, Inge. Sua filhinha recém nascida Isis e a cachorrinha labrador Sam – Desde Paris estou com uma saudade do Bonnie… Enfim, ela preparou um jantar impecável, com pratos que Sandra e eu não conhecíamos. Tudo com muita cortesia de toda a família para nós.
Hora de partir. Ainda ganhei de presente da mãe do Niel uma jaqueta de couro.
Caminho para caso do Felice na cidade de Turnhout no interior da Bélgica. Fizemos uma horinha por lá e mais tarde apenas com o Felice, partimos Sandra, Niels e eu para Antuérpia. Lá, Felice nos levou para duas baladas exclusivas para mim. Até fomos fotografados e estamos no site deles (www.cafedelux.be)

Antuérpia-Bélgica. Pura Art Nouveau. Lindo, lindo, lindo...

ÚLTIMO EPISÓDIO DE ALBUKA 2010 (31/12/2010 - DIA12)

Sandra amanheceu ainda pior. Febre, tosse... Sem contar aqueles dias que só mulher sabe. Mais herpes, afta e por aí vai... Tadinha! Ela insiste em dizer que a culpa é minha. Tudo acontece com ela e eu to sempre sorrindo. (KKKKK) Parece minha irmã comigo. Eu explico é isso é pura sorte, ora! Enfim, como ela não estava legal, o tempo muito frio, passamos o dia em casa conversando e na maior parte do tempo com ela dormindo. Ela precisava repousar. O Niels também ajudou muito com suas ervas mágicas. Não estou falando de maconha – PELAMORDEDEUS! É que estou em Amsterdam e todo mundo sabe que isso é comum aqui.
O dia, o mês, o ano terminavam. O Niels preparou um prato típico aqui na Holanda para comer na data de hoje. Trata-se de uma sopa de feijões verdes e panquecas doces.   Ao anoitecer cada um tomou um belo banho e partimos para Waterloo plein no centro de Amsterdam para comemorar a passagem do ano. Foi inesquecível pra mim e com certeza para o Niels e a Sandra também. Em cima da ponte Magere Brug, sobre um canal de Amsterdam nós iniciamos o nosso 2011.
Como sempre faço, mesmo que discretamente, fiz a minha fezinha agradeci muito por este momento, por todo 2010 e pedi ainda mais para mim, minha família e todas as pessoas queridas que fazem parte de minha vida.
FELIZ 2011 PARA TODOS.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O CÓDIGO ALBUKA (30/12/2010 - DIA11)

Hoje conhecemos o Louvre finalmente. Já entrar na pirâmide começa a emoção pra quem gosta de arte. Como esperava, muita fila, muita gente e tumulto para ver a Mona Lisa. Entrar lá e não ver a Mona Lisa é inaceitável para qualquer turista. E outra coisa que queria muito ver era as artes egípcias. Não vimos todo o museu. Mesmo que tivéssemos o dia todo isto não seria possível. Mas consegui ver bastante coisa e me motivar a voltar e ficar mais tempo em Paris.





Bem, acabou nosso tempo na Cidade Luz. Tivemos que correr para o hostel, pegar nossas coisa e correr para a estação Garde Du Nord. E partirmos para Amsterdam.
Saldo final: Paris é apaixonante. Não queria ir embora. Quero voltar. Quero morar um dia lá. Ah! Mas nem tudo são flores. Encontrei um país que vive a decadência do primeiro mundo. Mendigos, miséria – nada tão grave; e um país que se vendeu à cultura norte americana e como nós brasileiro deixam sua própria cultura ser abafada pelos EUA. Notei isso pela força do hip-hop e de toda a cultura Black dos EUA por aqui. Consegui observar que o Brasil esta mudando, está ficando cada vez melhor e até me deu orgulho de ser brasileiro. Eles gostam de nós e sabem do nosso valor.
VIVA O BRASIL
ET VIVE LE FRANCE.
Bem, agora estou em Amsterdam e viemos num trem bala super confortável. Estamos na casa de nosso amigo Niels que nos recebeu na estação Central de Amsterdam com muito carinho.
Ah! Sandra tem um pouquinho de febre e espirra bastante. Sinais de uma gripe forte chegando.

ALBUKA BIKÃO (DIA10)

Hoje Sandra e eu visitamos o Cemitério de Père Lachaise. Fomos ver os túmulos de nossos ídolos. Vimos Jim Morrison – Sandra ficou desapontada com a má conservação para o que representa o ídolo. Passamos por Moliere, La Fontaine, Edith Piaf, Chopin, Alan Kardec... Até fizemos umas fotos gótica no cemitério como a San gosta. (KKKKK)


Saindo de nosso passeio no cemitério estávamos sedentos para beber alguma coisa. Entramos um café típico francês e fiz o pedido para o garçom. Tudo em francês, sem ter que recorrer momento algum ao inglês para pedir o que queríamos. Quando o garçom se retirou a Sandra disse que era nítido em minha cara o meu orgulho. Foi até meio Clodovil Hernandes. (KKKKK) O nariz do ALBUKA deve ter arranhado o teto. (KKKKK)

Depois do fora de ontem, queríamos ir ao Louvre. Porém o tempo era pouco e ainda tínhamos que encontrar uma prima da Sandra na estação Opera do metrô pontualmente às 17h. Pensamos, pensamos e decidimos ir à Torre Eiffel e deixar o Louvre para amanhã, nosso último dia em Paris.
Pois fiz a Sandra subir na Torre. Acreditem! Ela morria de medo. Disse pra ela que esta viagem seria um divisor de águas na vida dela. Estou fazendo a San desafiar todos os medos dela.  Foi divertido apesar de muita espera, muita fila e muita gente.
Mais, tínhamos 15 minutos para o nosso encontro com a prima da Sandra. Saímos correndo da torre, pegamos o metrô e ainda conseguimos pegar a prima da Sandra que nos esperava na estação e também se atrasou um pouquinho.

De lá pegamos outro metrô, mais um trem e mais um carro e chagamos a uma cidade do interior da França. Numa casa de um bairro tipicamente francês – parecia uma cidade cenográfica; nos esperava toda a família da Sandra para um jantar de Natal. Ocasião que conseguiram juntar toda a família somente agora e melhor ainda, com a presença da prima do Brasil e, pasmem, seu namorado. Aham! Eu. (KKKKK) Tive que fazer linha. Insisti que éramos como irmãos. Mas parece que ficou pior ainda (KKKKK)
A casa era linda, família grande, as pessoas ótimas, o jantar foi delicioso, farto e com um cardápio português e francês. A Sandra chamou o cardápio assim: carne-loca com cogumelos, pãozinho e rocambole Pullman de sobremesa. (KKKKK) A San não é nada fina... Provei o fromage francês... uma delícia.
Definitivamente ALBUKA atrai crianças em qualquer lugar do mundo. No Brasil eu já tinha reparado isso. Mas até fora de meu país as crianças se aproximam de mim. O pequeno Matheus era uma simpatia de criança. Ele somente fala francês. Mas ele foi muito cortês comigo para trocar algumas palavrinhas. Sandra e eu até tiramos uma foto com ele.


Enfim, pude falar um pouquinho mais de francês com eles e, por sorte, bastante deles falavam o português de Portugal e, mais uma vez o Roberto Leal desceu em mim. Um dos genros da prima da mãe da Sandra era um cara muito legal. Me encheu de um monte de bebida daqui da Europa. Daí já viu, né?
A volta para Paris foi feita de carro. O primo da Sandra, Leonardo, nos trouxe e veio nos mostrando pontos turísticos de Paris que não tínhamos mais tempo para conhecer. Ele ainda nos contou sobre cada ponto como um guia turístico. Ele foi muito legal com a gente.
De volta ao hostel, nossos amigos brasileiros já haviam ido embora e no quarto estavam duas loirinhas chatas dormindo. Ah! Uma delas peidou enquanto dormia. (KKKKK)

HOJE É TERÇA, ALBUKA! (DIA9)

É... cheguei em Paris já sabendo que o Louvre não abre às terças feiras. Mas
sabe como são as férias, né? Me perdi no tempo e podia jurar que hoje era quarta feira. Quando chegamos ao Louvre demos conta que estava fechado. Mas deu pra tirar algumas fotos. De lá seguimos para a catedral de Notre Dame. Outro sonho para mim. É o cenário do romance de Victor Hugo, O Corcunda de Notre Dame.

O dia não estava nada bonito, o frio estava a -6ºC, tempo nublado... Eu tinha que entrar na catedral. Pegamos fila em baixo de forte garoa. Mas eu sabia que iria valer à pena.
Fiquei mais feliz ainda de saber que também faleu muito pela Sandra. Pela segunda vez a Sandra chorou em nossa viagem. E eu chorei ainda mais. A catedral é lindíssima. Ainda quando saímos da catedral fomos presenteados com o toque dos sinos de Notre Dame que anunciavam às 18h.  Emocionante! Até filmamos este momento. Jamais vou me esquecer disto.
Ainda tentamos ir ao Panteon. Mas infelizmente estava fechado. Por sorte descobrimos uma loja super legal masculina e de ótimos preços onde provei um monte de roupa. Infelizmente não pude comprar. As coisas aqui são diferentes. Deu o horário de fechar a loja e eles se recusaram a me vender e que continuasse a provar roupas fora do horário. Mas deu para comprar uma blusa de lã bem legal.
Saímos pelo bairro da região e encontramos uma loja de brinquedos que Sandra e eu ficamos loucos. Depois encontramos um bar que a San ficou louca para entrar. No estilo dela: pouca luz, galera legal, ambiente decorado como um navio pirata e boa cerveja. Bebemos e seguimos nosso caminho para o hostel. Cada lugar que entrávamos nos apaixonávamos ainda mais por Paris. Eram ruazinha estreitas com vários comércios para se comer, beber ou mesmo para comprar lembranças. Melhor ainda, é uma região onde o preço é super em conta!
Eu e até a mãe da Sandra, por telefone, nos surpreendemos por ela ter gostado tanto de Paris. Fiquei feliz por isso. Definitivamente é um lugar que queremos voltar muitas outras vezes. Tem muito ainda para se descobrir aqui e já estou triste em pensar que daqui a dois dias temos que ir embora. Disseram-me uma vez que seria assim na viagem e eu duvidei. Eu realmente gostaria muito de ficar muito mais tempo aqui. Vou além. Já digo que gostaria muito de morar aqui um dia.
VIVE LE FRANCE.
Só fui dormir meio chateado. Hoje foi aniversário de minha mãe e não consegui ligar para ela. Mas ela estava no meu coração o dia todo.
FELIZ ANIVERSÁRIO, MÃE.
JE T’AIME BEAUCOUP.