domingo, 17 de abril de 2011

SAÚDE E PAZ PARA O ALBUKA

Os últimos dias foram de fortes emoções para ALBUKA. Não seriam coisas para se postar aqui, uma vez que chamo meu blog de REINAÇÕES. Mas bem dizem que nada acontece por acaso e que com tudo se aprende.  E, cada momento que eu cresço, eu considero uma de minhas REINAÇÔES.

Depois da crise convulsiva que tive há dois domingos atrás, fiquei com fortes dores musculares no corpo inteiro que só foram passar três dias depois. Porém uma dor permaneceu. Uma dor entre minhas costas e meu peito direito que me impossibilitava tossir, salivar, pigarrear... Mas fui persistente. Sempre me considerei um touro em força e saúde! Adaptei-me a dor e mesmo assim fui para a academia, fui receber meu amigo Eros em São Paulo, fui pra balada...

Quarta-feira, 13 de abril de 2010. Meu retorno com a neurologista e primeiro dia de provas na ETEC. A neurologista ao analisar todos os meus sintomas confirmou a epilepsia. De lá estou sendo encaminhado para especialistas no Hospital São Paulo enquanto já sou medicado. Depois da consulta a dor aumentava e eu tinha que levar minha irmã para a faculdade e eu ainda ir para a ETEC na Vila Madalena.  Suportei toda a dor no terrível transito de São Paulo. Estava certo que apenas entregaria meu trabalho, mas não o apresentaria como parte da avaliação. Dentro da escola pedi por ajuda a coordenadora Fátima e secretária Beth e também ao Mauro que nunca me faltaram. Ligaram para a minha família e pediram que viessem me buscar. A dor que eu sentia me obrigou a deitar em uma mesa no corredor e já não conseguia mais fazer movimento algum. Aos amigos que passavam a caminho da sala, com pouca voz eu tentava explicar o que estava acontecendo. Até para levantar precisei de ajuda. Não tinha mais forças.

Quando minha família chegou, levei um belo “puxão de orelha” da coordenadora Fátima que também é psicóloga e exigiu que eu passasse por terapia e lhe apresente relatórios mensais. Afirmou que eu tenho que tomar atitudes de amor próprio. Disse que é a segunda vez que deixo família, administração e meus amigos preocupados, referindo-se a convulsão que eu tive há um mês atrás na instituição.

Chegando em Cotia, fui ao pronto socorro e foi necessário uma chapa. Era nítido na chapa sinais de catarro no pulmão direito, mas o médico não tirou conclusão nenhuma. Exceto perguntas que poderiam lhe indicar sintomas de tuberculose. Ele me receitou três medicamentos e me dispensou.

Os remédios cessaram as dores. Mas começaram a ficar mais evidentes um forte um sabor horrível que subia a minha boca cada vez que tossia e, pior, comecei a expelir secreções muito escuras e cheiro forte e desagradável. Aumentava ainda mais o nosso medo de tuberculose.

Fui a um segundo médico no dia 16 que avaliou uma segunda chapa, indicou remédios mais fortes e descartou a hipótese de tuberculose. E afirmou que se tratava de um caso de pneumonia. Será necessário muito cuidado, medicação e repouso absoluto. Mas, felizmente, dos males o menor.

Quero registrar aqui minha gratidão por todo carinho e a competência dos profissionais da ETEC Guaracy Silveira, extensão Vila Madalena; Pelos amigos de classe que compreenderam e desejaram o meu pronto restabelecimento. Os amigos dos Satyros que torcem por mim. O Renan, que conheci semana passada e me mandou uma mensagem pelo celular e, principalmente registro aqui todo o meu amor a minha família que não me faltou momento algum. Também aos meus familiares do Paraná, Tia Nice, Tia Tata e todos que lá oram por mim. Deus abençoe a todos.

E como disse anteriormente “com tudo se aprende.” Dessa vez aprendi que não é a toda pessoa que se diz eu te amo. São palavras muito fortes e deve se selecionar muito, muito bem a quem dizer.

E mais. Sabe aqueles contos infantis que aparecem uma fada ou um gênio e pergunta “qual o seu desejo?” Parece que mesmo quando a gente cresce isso ainda habita o nosso imaginário. Quem dirá o meu! Eu já bem digo que eu tenho o lado infantil desenvolvido. Mas se essa pergunta viesse em minha mente dias atrás, provavelmente responderia um carro do ano, ou um loft nos Jardins, ou um emprego milionário, ou uma nova viagem para a Europa, ou ganhar na mega sena. Quando estava no auge da crise de pneumonia que desenvolvi, fiz essa pergunta a mim mesmo e respondi “tudo o que quero é a minha saúde volta” – e chorei. Vê como a felicidade está em coisas tão simples?
Daí, lembrei-me dos bons tempos de Vídeo Show com o Miguel Falabella. Todos os dias ele encerrava dizendo assim “Saúde e paz. O resto, a gente corre atrás”. Parecia uma frase bobinha. Mas quando a saúde nos falta ela faz um sentido imenso.

domingo, 10 de abril de 2011

I LOVE SÃO PAULO

Que fim de semana legal! A viagem de meus sonhos com a Sandra em dezembro de 2010 e janeiro de 2011 renderam contatos e amizades incríveis. Uma delas foi o carioca da gema Eros Augusto, de 20 anos que conheci em Roma.
Este final de semana ele veio conhecer São Paulo e eu tive a honra de ser o Mestre de Cerimônias desta cidade que todos sabem que amo tanto. Isso esta expresso até em meu perfil aqui no blog, no facebook e digo também para quem eu tiver oportunidade.
Outro motivo da vinda dele era pra recuperar o recarregador de sua supermaquina fotográfica que esqueceu no hotel que nos conhecemos na Europa e fiquei incumbido de entregar-lhe no Brasil.
Ele ficou hospedado no bairro de Santana onde fui encontrá-lo na noite de sexta. Ele me deu a oportunidade de conhecer mais uma pessoa muito legal que já está em minha lista de amigos, o mineirinho Renan, leonino como eu! Acho que por isso nos demos bem. E também conheci o Bruno. Muito gente boa também.
Esta era a noite de provar para ele o que lhe disse em Roma enquanto comíamos uma pizza. “Que me desculpem os italianos, mas a melhor pizza do mundo é a de São Paulo”. Renan, Bruno e eu levamos o Eros para provar a pizza paulistana. Foram três pedaços de pizza marguerira e as duas que sobraram ainda serviram de café da manhã do dia seguinte. Ah, Claro! Como um bom carioca, não aguentou e no último pedaço da noite tinha que ter catchup. (RS) ALBUKA não mente. A melhor pizza do mundo é a paulistana. E o gosto do Eros não é de um jovem comum. Trata-se de um rapaz que teve a oportunidade de conhecer várias cidades na Europa, viver em Paris por quase seis meses e ainda lá ter trabalhado num restaurante. É um amigo de conhecimento e de bom gosto.
Ele disse estar impressionado como se come bem e se come barato na cidade de São Paulo. São oportunidades que ele não encontra no Rio. Sairmos para procurar uma pizzaria pela Avenida Luiz Dumont Vilares na zona norte já o deixou impressionado. Pois, eram quase duas da manhã e os bares e pizzarias estavam abertos e lotados... Neste momento quem se impressionou foi eu! "E a boemia carioca?" – perguntei; Ele disse que talvez na Lapa, mas à uma hora daquela, uma pizzaria aberta era impossível e se tivesse até cuspiriam na pizza que serviriam.
São Paulo continuou no dia seguinte. Peguei o Eros na estação clínicas do metrô. Mostrei orgulhosamente nosso hospital das clínicas e caindo na Rebolças o nosso famoso transito também. Era legal que no percurso ele via o nome de algumas ruas e ele já tinha ouvido falar da fama delas.
Nosso primeiro destino foi o Instituto Butantã. Depois fomos almoçar no Shopping Eldorado que a tia dele lhe indicou e, meu favorito desde pequeno. Mais uma vez o preço e qualidade de São Paulo para se alimentar foram elogiados. Em seguida o levei para conhecer o Parque do Ibirapuera. Apresentei toda a arquitetura de Niemeyer, que ele detesta, mas se impressionou com o auditório que, segundo boatos, não é o projeto original do famoso arquiteto brasileiro. Quis muitas fotos com a obra. Quando pedimos uma foto interna fomos presenteados pelo segurança com a informação de que estava rolando o Show do Pato Fu, grátis! Eu amooooooooooooooo Pato Fu!!! Deu pra curtir uma quatro ou cinco musicas e ver de pertinho aquela coisa fofa da Fernanda Takai.

Mais um ponto para a terra da garoa. Eros elogiou a oportunidade de shows como o do Pato Fu, gratuitos, tão organizados e com um publico nítido de pessoas civilizadas. Pois dentro do auditório observamos um público composto de famíllias e crianças. Eros brincou: “Imagine fazer isso no Rio!”
Mais pontos pra Sampa? Levei-o para um passeio na Oscar Freire. Encantado, acho que é a palavra para descrevê-lo. Fizemos até um passeio a pé e ele aproveitou para tirar mais fotos e comparou a arrasadora Oscar Freire com a Champs-Élysées. Várias vezes o Eros deixou escapar expressões como: “Parece que eu não estou no Brasil!” Eu cheio de orgulho disse: “VOCÊ ESTÁ EM SÃO PAULO”. Digno, né?
Ainda passamos pela Augusta, Frei Caneca, Teatro Municipal, que ele achou lindo. Pudera. Foi inspirado na Ópera de Paris. O Teatro chama a atenção mesmo em obras, pois se prepara para as suas comemorações de 100 anos. Mostrei a Torre Banespa baseado no Empire State Buildinge de Nova Iorque e a Estação da Luz. Daí seguimos para a casa do Renan. Uma balada nos aguardava para terminar a noite. Fui chegar em casa uma cinco da manhã. Não saia para dançar desde a Espanha... Eu precisava muito sair pra dançar e lavar minha alma no compaço da música como fiz em Madrid e fui muito feliz.
Eros também mencionou que São Paulo é uma cidade que respira Rock. Ele adorou a Galeria do Rock e disse que seria ótimo se o Rio tivesse uma dessa. Enfim, vejo duas opções para o amigo: ou ele volta para a Paris que é o seu maior desejo atualmente, ou segue os passos de grandes e ilustres cariocas como Silvio de Abreu e Jô Soares que amam e se identificam muito com a cidade de São Paulo.
Volte sempre, meu! Será muito bem-vindo.
Ah! Prometo que ainda irei conhecer o Rio e você será o Mestre de Cerimônias, ok?

Sabe, este final de semana foi uma experiêmcia para eu pensar, qual o papel de São Paulo para o Brasil? Eu adoro aquelas metáforas que explicam o Brasil: “o celeiro do mundo, o pulmão verde”. Então, eu vou explicar à minha maneira, comparando o Brasil a um lar e sem tirar o título do Rio de Janeiro de “Hall de entrada” do Brasil. Daí pensei: Seria o quarto? Não. Os baianos vão gostar mais deste título. Seria a sala de visitas? Onde se reúne e se recebe pessoas importantes? Não. São Paulo até faz tudo isso sim. Mas a sala de visitas não mostra a verdade de uma casa. Mostra só a aparência dela. Isso parece mais com Brazilia. Agora, pense na cozinha. A cozinha é onde as coisas acontecem. É onde se produz. É onde trabalhar é uma arte, um prazer, um dom. É onde só os mais intimos da família são recebidos e onde acontecem as melhores conversas, se tem as melhores idéias e se toma as melhores decisões em benefício do lar. Pra mim é isso. São Paulo é o lugar mais deleicioso de uma casa, a cozinha”.

Hummmmmm... EU AMO SÃO PAULO!

quarta-feira, 30 de março de 2011

UM DIA DE DESPEDIDA. MAS PARA PENSAR EM VIDA.

O dia foi de despedida hoje.
Esta semana nossos corações se concentraram em fé e prece pela amiga Carol que estava internada em estado grave devido à trombose que há anos ela controlava com o uso de medicamentos. Na noite de ontem (29/04/2011) minha irmã recebeu a triste notícia. Deixei meu curso e fui buscar a Mariana na faculdade, pois ela já não tinha mais autocontrole para se manter na faculdade diante de tais circunstancias. Ela saiu acompanhada e consolada pela amiga Camila.
A Carol era uma garota de Araçoiaba da Serra que minha irmã conheceu em 2007 no curso de agropecuária da Escola Técnica Estadual de Itu. Elas estudaram, estagiaram e dividiram o mesmo quarto durante dois anos naquela escola. Foi suficiente para se conhecerem, divertirem, brincarem, sorrirem, brigarem também, amarem, trocarem experiências, intimidades... Tudo exatamente como se fossem duas irmãs. Foi quase o que se tornaram, não fosse o critério sanguíneo. Como se não bastasse, ainda tiveram a maior oportunidade de suas vidas, juntas. Foram contratadas em 2009 por uma fazenda no Moçambique-África, na cidade de Xai-xai onde trabalharam todo o primeiro semestre daquele ano. E lá foram elas. Possivelmente uma encorajava a outra nesta grande aventura em terras e povos distantes e desconhecidos. De lá, por MSN era lindo quando juntas cantavam para as mães:

“Eu sei que ela
Nunca compreendeu
Os meus motivos
De sair de lá
Mas ela sabe
Que depois que cresce
O filho vira passarinho
E quer voar...”

A Carol era uma excelente cantora!
Certo. Não fui eu quem viveu com a Carol, estudei dois anos, dividi o mesmo espaço e nem cruzei o oceano Atlântico com ela. Mas a Carol fez parte da vida de minha irmã e, consequentemente, da vida de nossa família.
Hoje ouvi a Mariana dizer várias vezes que uma parte dela morreu junto com a Carol. Mesmo a morte me faz pensar em vida. É o jeito ALBUKA de ser. E eu acredito que a Má também vai entender que, não uma parte dela morreu com a Carol. Mas uma parte da Carol estará para sempre viva e pulsando dentro dela.
Obrigado, Carol. Por ter proporcionado dias felizes e inesquecíveis na vida de minha irmã. Muita luz.

Moçambique-África/2009 - "Marol & Cariana"

“Hoje, de algum lugar longe destas terras há um doce olhar só para você. Um olhar especial, de alguém especial de distantes origens. Um olhar de um justo coração que pulsa só a vida. Que sorri só porque ama plenamente, sem julgamentos, preconceitos, nem prisões.”
“Hoje como ontem, longe destes céus, há um olhar encantado só para você. Nesse olhar vai para você a magia da luz, a simplicidade do perdão, a força para comungar à esperança de dias mais radiantes de paz.”
“Hoje de algum lugar dentro de você, alguém que já o amou muito e ainda o ama diz para você que valeu a pena ter estado nestas terras, sob estes céus falando de união, paz, amor e perdão. Poder sentir a força que faz você sorrir e continuar o caminho que um dia aquele doce olhar iniciou para você. Tudo isso só para você saber que a vida continua, e a morte é uma viagem.”
(cena final da novela A Viagem de Ivani Ribeiro – 1994)

sábado, 26 de março de 2011

UM "PUTA" ESTUDO DE MARKETING

                   Parece que minhas aulas de marketing estão me deixando neurótico. Estou vendo marketing em tudo! Encontrei uma excelente fonte de estudos do assunto até no filme que conta a história da ex-garota de programa, Bruna Surfistinha.
Trata-se de um excelente case que se pode estudar perfeitamente com olhos empresariais. Assemelha-se a casos de empresas que já tiveram grande êxito no mercado, chegaram próximo a falência e que se reergueram graças à iniciativa de marketing. Vou pontuar abaixo alguns fatores de administração de marketing que encontrei no filme, mas sem tirar o sabor do Doce Veneno do Escorpião para quem ainda não assistiu ou mesmo leu o livro que se baseia o filme.

·       Consultoria em marketing – A dona do bordel aconselha utilizar outro nome que não Raquel. Era fraco. Aconselha aproveitar o dia 10 de cada mês que há maior movimento devido ao dia de pagamento;
·       Pesquisa – Com os primeiros clientes Bruna começa a compreender a necessidade do mercado;
·       Concorrência – Ela tem que se destacar entre suas companheiras de trabalho;
·       Foco no cliente – Ela afirma que tratava todos os clientes igualmente. Isto é satisfação. Definiu-se como “a mulher perfeita.” Atendia até para apenas ouvir o cliente;
·       Qualidade do produto – Academia, a imagem, o corpo são seu instrumento de trabalho;
·       Embalagem – Investimento em roupas, acessórios, estética, cabeleireiro;
·       Público alvo – Quando conquista o mercado e melhor poder aquisitivo começa a explorar o público mais sofisticado;
·       Matemática financeira – Era muito bem calculada a sua “produção” para manter necessidades, luxos, prazeres e status;
·       Eventos – Grande festa de aniversário que a promoveu ainda mais, além de frequentar festas e lugares badalados com a mesmo finalidade;
·       Publicidade – Utilização de mídia Internet;
·       Assessoria de Imprensa – programa de entrevistas na TV;
·       Promoção – Anunciava em seu blog iniciativas que agilizavam a procura;
·       Brinde – Quando deixou por conta dela um programa. Mas era nítido que foi um caso que ela sentiu muito prazer;
·       Degustação – Dispensa comentários (RS);
·       Preço – O preço seleciona o cliente. Começou com R$ 100,00 à hora e chegou a R$ 300,00. Em sua decadência chegou a cobrar apenas R$ 20,00;
·       Desejo de consumo - O cliente que passou meses para juntar o dinheiro para um programa com Bruna Surfistinha e pagou tudo em moedas;
·       Criação de uma marca forte – O comentário “cara de surfistinha” vindo dos clientes gerou a forte marca Bruna Surfistinha;
·       Distribuição (praça) – Quando mudou seu público alvo, passou a atender em um flat muito bem decorado;
·       Criatividade e inovação de serviço (diferencial) – Ela tinha olhos muito rápidos para as idéias inovadoras. Foi incrível a caracterização como “surfistinha” nas fotos sensuais para o seu blog e a idéia de classificar o desempenho de seus clientes depois do programa. Isso gerou milhares de visitas e comentários em seu blog. Teve também a idéia de colocar som de aeroporto em seu quarto enquanto os seus clientes atendiam suas esposas no celular;
·       Influencias do macro e micro ambiente – Aproveitar o dia de pagamento que há maior movimento e o feedback gerado pela internet no macro ambiente. Relacionamento em família e escola que a levaram a sair de casa. O roubo que sofreu no bordel e as drogas que a levaram a decadência;
·       Lançamento de novo produto – Depois de se reerguer, planeja o fim de seu trabalho como garota de programa e lança seu livro que se tornou best seller, foi traduzido em 15 idiomas, virou filme, lhe proporcionou fama e o fundamental para o marketing, MUITO LUCRO.

Fico na dúvida se Bruna Surfistinha é uma puta marketeira ou uma marketeira puta. (KKKKK)

Mas como também sou ator, eu tenho que fazer minhas considerações quanto à arte, não é?
A história está bem amarrada de maneira que não se perde o foco. Deborah Secco me surpreendeu! Ela conseguiu representar faces diferentes da personagem que definem perfeitamente cada momento que Raquel, a Bruna Surfistinha, viveu. Talvez muita gente se choque com o teor de sexualidade do filme. Mas como diria Madonna: Oops I didn't know I couldn't talk about sex... Vale a pena conferir. Até um estudo de administração de marketing ele me rendeu!


domingo, 13 de março de 2011

MAKTUB - ALBUKA É SATYROS

Que final de semana legal! Muito bom rever os amigos do Grupo de Teatro Purãngaw. Marcamos o encontro em nosso tradicional “sujinho” ao lado do Mackenzie no sábado. Compareceram apenas Sandra, Thabata, Fabiano e eu. Foi um dia pra matarmos a saudade. Infelizmente a maioria de nossa “família” faltou. Mas teremos outras oportunidades.

Agora, a razão de estar escrevendo hoje é o meu domingo. Foi um dia de ação para mim. Chega de pensar “como”. Chegou a hora do “agir”. Vale lembrar que estava há dias meditando nas palavras da Professora Rosane – como postei há alguns dias atrás; referindo-me a minha vocação para as artes cênicas e há anos deixando em segundo plano: “Sucesso, talento, dedicação e INVESTIMENTO”. Por isso decidi tomar uma atitude.
Foi então que me lembrei da indicação da amiga Valéria Melo no ano passado: “Faça a oficina de teatro dos Satyros”. Não fiz ano passado, pois me preparava para a minha viagem no final do ano. Mas me lembro que quando liguei para me informar nesta ocasião, disseram que no mês de março de 2011 abriria uma nova turma. Epa!!! Estamos em março!!! MAKTUB – Estava escrito. Tinha que acontecer. Nada é por acaso.
Quem é do meio artístico sabe a importância que os Satyros tem para o teatro de São Paulo e mesmo para o Brasil. Pois é, ALBUKA é mais um dos novos alunos dos Satyros. Até aproveitei o dia para ligar para a Valéria e contar a novidade que, aliás, ela faz parte.
Já no primeiro dia de oficina sentimos o gostinho de aquecimento, relaxamento e improvisação. Foi ótimo conhecer gente nova e que respiram o ar que eu respiro. É o professor Fábio, tem o Denis, o Tarcísio, a Lili, Camila, Thiago, Itamar, Antônio, Fábio, Guto, Dara, Drica, Cíntia, Ademir... Meu Deus... È muita gente! Terei o ano todo para decorar o nome de todos. Torço para que todos fiquem até o fim e formemos um grande ELENCO.
E ao chegar em casa, ainda recebi a gostosa ligação da Valéria para saber como foi o primeiro dia de oficina. Ela foi show e me deu todas as dicas que – não vou postar aqui. São só minhas. (RS) Mas estão muito bem guardadas e saberei fazer muito bom uso delas. A Val também me disse palavras super motivadoras de quem sabe quem eu sou e por isso acredita em mim. Aliás, nestes 11 anos de Grupo de Teatro Purãngaw, sem que percebesse, conquistei pessoas dentro e fora do teatro, familiares ou não, que confiam em mim e no que eu sei fazer. Todas estas pessoas são quem fazem o meu maior incentivo, motivação e entusiasmo. Obrigado, AMIGOS.
Este será meu endereço aos domingos de 2011.

ALBUKA POETA - QUERIA MESMO

Gente, que legal! Folheando um caderno velho, encontrei um pedaço de papel onde rascunhei uma poesia que nem me lembrava mais. É... ALBUKA tem um lado poeta. Faz um bom tempo que não pratico. Mas quem sabe dia desses eu poste aqui algumas das que tenho ou, melhor ainda, volte a produzir mais.
Só que esta poesia que encontrei não me recordo da data e da ocasião que a escrevi. Muito menos para quem foi. Nem título tinha. Mas eu a chamei assim:

QUERIA MESMO

Não fossem os olhos alheios
Até teria te tocado
E sentiria tua pele e teus cabelos
Minha face se aproximaria da tua
Sentiria teu cheiro
Então te roubaria um beijo

Que injusto não poder fazê-lo
Por causa de olhos que mal olham
Possuidores de bocas de injúrias
Contentei-me com olhares e sorrisos
Sua voz, sua conversa
E minha boca sem poder tocar a tua

Já somos nós mesmos
Os pensamentos são os mesmos
Entre quatro paredes
Seremos nós mesmos
Mesmo que critiquem
Será assim mesmo
Somos do mesmo
Temos o mesmo desejo
Falo de sexo mesmo
(ALBUKA/2006)

quarta-feira, 9 de março de 2011

O MARKETING DO ALBUKA

“Sucesso é uma questão de talento, dedicação e investimento. Tem que se investir para se ter sucesso. Qual é o seu talento?”
(Professora Rosane – Aula de Administração de Marketing - 2/3/2011)

“Teatro é uma coisa que eu gosto e sei que sei fazer direito.”
(Eu para a amiga Carol antes da aula da Professora Rosane)

Já faz um tempo que não posto nada por aqui e também a citação acima já faz uma semana que aconteceu. Mas ela está há dias martelando em minha cabeça.

Lembro que quando a professora disse aquilo durante sua aula de administração de marketing eu olhei direto para a Carol e disse “Que soco na boca do meu estomago!” Enfim, fico a pensar por que insisto em fugir de meu caminho? Essa já é até a pergunta que me fazem!

Durante este carnaval mesmo, lembro que me tocava com alegria toda menção ao teatro que via cruzar a avenida. A primeira que vi foi da Mocidade Alegre com a fantasia Teatro. Era uma maneira de a escola ilustrar o seu enredo “Carrossel de Ilusões” mencionando o teatro e os atores como a arte de iludir pessoas. Também teve a Unidos de Vila Maria que transformou em samba a história do Teatro Amazonas. No Rio de Janeiro a Unidos do Porto da Pedra homenageou Maria Clara Machado. Eu nem precisava ler na TV o nome das alas e das alegorias. Eu batia os olhos e sabia cada uma de suas peças. Pluft, A Bruxinha que era boa, O Cavalinho Azul, O rapto das Cebolinhas... E a história do Tablado. Eu não tenho dúvida do que amo.

Sabe, uma grande Rainha já me disse assim:

Say what you like, do what you feel
You know exactly who you are
The time is right now
You got to decide
Stand in the back or be the star

Por isso neste ano ainda irei manter duas linhas de produtos do mercado. O Marketing que faz parte de minha formação e admito que gosto, e o Teatro. O primeiro teve sua campanha de relançamento no final de 2010 com a meta de desenvolvimento em qualidade e de agregar valor a marca e ao conceito em longo prazo. O segundo será relançado. Passa agora por pesquisa de mercado, para se redefinir a distribuição, o design da embalagem, aumento estratégico no preço, investimento em certificações de qualidade, parcerias, promoção e propaganda. É um projeto para se desenvolver no decorrer do ano, mas que já no primeiro semestre estará no mercado, ainda em pontos estratégicos como teste e pesquisa. Ah! E com direito a degustação, viu... ;)