quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

ALBUKA EM: ANJOS E DEMÔNIOS (06/01/2011 – DIA18)


Sabe aquela expressão “É como ir para Roma e não ver o Papa.”. Acreditem. Nós vimos o Papa Bento XVI. Hoje é dia de Reis e quando chegamos ao Vaticano, vimos a Praça de São Pedro lotada e todos olhando para o alto e ouvíamos uma voz ao fundo. Aquela voz não era tão estranha... Eu exclamei “Sandra, é o Papa!” Corremos para o centro da praça onde teríamos ângulo de vista. Lá estava ele. No alto, pequenininho... Mas prendendo a atenção de toda aquela gente que preenchia o espaço da praça. Era lindo o carinho e mesmo a fé de alguns ao tentar um aceno para o Papa como se ele pudesse vê-los.
Vimos o Papa por menos de um minuto. A emoção da Sandra foi tanta que se esqueceu de pegar a máquina e registrar este momento. Só deu para pegar a retirada do pano que é hasteado para as aparições do Papa naquela janela.

Logo depois a praça esvaziou. Apenas um pequeno tumulto no centro, pois ainda estava exposto um grande presépio.  Por causa deste presépio foi colocada ao redor do obelisco central da praça uma barreira. O que me impediu de me aproximar de mais uma obra Illuminati que representa o elemento ar. É o anjo dos 5 ventos oeste. Ele que aponta para o próximo templo. Lembram? “Os anjos os guiarão em sua busca sublime.”

E... Nem é mais novidade. ALBUKA chorou novamente. A praça de São Pedro é pura arte. Eu estava no meio de uma arte projetada por Bernini. Até a Sandra se emocionava com o que via. Ela estava diante de imagens que ela cresceu vendo em sua família católica. A Sandra até ligou para os pais dela para contar que viu o Papa. E foi lindo ela contar que eles se emocionavam pelo telefone com o que ela contava. É definitivamente uma família de muita fé.
Em seguida tentamos ir até o Museu do Vaticano. Mas uma italiana que distribuía panfletos nos informou que hoje era fechado. Dia de Reis é feriado no Vaticano. Voltamos para a Basílica de São Pedro. Lá estava aberto e tínhamos que conhecer. Primeiro fomos ao mausoléu onde estão enterrados todos os Papas. Inclusive João Paulo II. Neste tinha até um espaço para que as pessoas parassem para rezar.
Hora de conhecer a Basílica. Pagamos e começamos subindo para a cúpula. E dá-lhe escadas... Primeiro nível estava eu diante da arte de Michelangelo. Meu Deus, que emoção pra mim. Quando olhávamos de longe o outro lado da cúpula, a sensação era de que havia esculturas de anjos que sobressaíam à parede. Ao olhar para o meu lado dei conta que eram mosaicos. Tamanha era a perfeição. Era tudo muito grande, muito perfeito. Ficamos um bom tempo por lá fotografando e admirando o que víamos. Saímos e ainda pegamos uma longa escadaria de corredor muito estreito até o topo da cúpula de São Pedro. A vista de Roma lá de cima era linda. Eu estava no topo de Roma. No alto da cidade que eu mais desejava conhecer.


Descemos e fomos conhecer a Basílica. Ainda pudemos ver a típica guarda suíça. Emocionar com tudo que se víamos lá dentro. Comprar algumas lembranças e, pra mim era especial esse momento de compras. Hoje é aniversário do meu pai.
Ah! E quem eu fui encontrar por lá? Aquele gordinho chato da Globo que trabalha no Zorra Total. A Sandra disse que adorava ele... aff. (RS)
Diante da santidade de todo aquele lugar e tudo o que representa para a cultura ocidental cristã, eu me ajoelhei e rezei: “Obrigado por tudo que estou vivendo, Meu Deus.”
Saindo da Basílica quase perdemos de ver a Pietá de Michelangelo. Mas lá estava ela, linda... A San tirou um montão de fotos.
Lá fora fomos presenteados como na saída da Catedral de Notre Dame em Paris. Com um longo toque dos sinos do templo maior Católico Apostólico Romano.
Só fiquei triste por tentar no final disso tudo uma ligação para a minha família para dizer que estava bem tudo que acabara de ver. Mas de todos os números que disquei nenhum me atendeu. Só me restou a minha tia do Paraná. Pedi para que ela dissesse para minha mãe que eu estava bem.
Enfim, San e eu seguimos pela cidade que já anoitecia. Passamos pelo templo Illuminati, o Castelo de Sant’Angelo e depois fomos na Piazza Navona na fonte do elemento água onde Robert Langdon resgatou o último Preferiti.
Também vimos o Consulado Brasileiro que fica nesta mesma praça e depois passamos no Pantheon, onde estão enterrados os mais celebres italianos da história como o artista plástico Rafael entre outros.



Hmmmm... E porque não encerrar o dia com mais um gelato de chocolate com laranja na Fontana de Trevi? (HEHEHEHEHE) Fomos de novo. (RS)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

ALBUKA EM: O GLADIADOR (05/01/2011 – DIA17)

Hoje foi o dia de conhecer o Coliseu. Acordamos cedo e fomos acompanhados dos novos amigos brasileiros Eros e Christian.


Também passamos pelo Palatino que fazia parte do ingresso que compramos para ver o Coliseu.

Eis a “pomba gorhhhda” do Eros. Imaginem ele dizendo isso com sotaque carioca. Isso vai virar bordão. (RS)

Fontana di Trevi. Ao lado dela apreciamos uma boa pizza italiana – mas boa mesmo. Por que ótima é a paulistana, meu! E ainda de frente para a Fontana apreciamos no friozinho de Roma um delicioso gelato, sorvete. Eu descobri uma maravilha de gelato de chocolate com laranja. Ai... os sabores da Itália.

Ah! Só pra rir um pouco. O Eros quis uma foto da polícia. Eu peguei a máquina dele e quis bancar o esperto. A máquina disparou o flash e em segundos o policial veio até mim, viu o conteúdo, deletou e perguntou se eu falava italiano. Eu disse falsamente “um poquito”, como quem quer dizer “não sei nada”. Mas aInda assim levei uma comida da polícia italiana e entendi tudo. (KKKKK)
Hoje eu comecei a caçar Illuminatis. Passei pelo templo do fogo na Igreja Santa Maria della Vitória e vi a obra O Êxtase de Santa Maria feita por Bernini. Amanhã quero ser novamente Robert Langdon e Sandra será Vittoria Vetra de Anjos e Demônios na busca dos outro templos.

No final da noite de hoje passamos numa feira. Compramos alguns embutidos, queijos, vinho e pão, tudo tipicamente italiano e fizemos o nosso jantar no quarto do hostel. Foi muito legal compartilharmos os sabores da Itália juntos.

Ah! E depois de tudo isso, Sandra foi dormir e fiquei com os meninos no bar do hostel. Por lá o Eros pesquisou em seu iPod uma baladinha próxima para irmos e seguimos noite a fora nas ruas de Roma. A balada era meio over. Também, pudera. Estávamos no meio da semana e era o que tínhamos para hoje. Mas logo na entrada da balada a galera já se alegrou ao saberem que éramos brasileiros. (JEJEJEJEJE) Não teve pegação nenhuma. Só gente feia me olhava hoje. O Eros foi quem se saiu melhor. O melhor era voltar para o hostel, descansar, pois amanhã cedo cada um toma seu rumo. Sandra e eu vamos ao vaticano, o Eros parte para Budapeste e o Christian tem que arrumar suas coisas também para partir de Roma. Foi um dia muito legal na companhia dos novos amigos.

VIM, VI, VENCI – ALBUKA EM ROMA (04/01/2011 – DIA16)

Como nosso avião partiria de Amsterdam para Roma aproximadamente às 6h 30 da manhã, optamos por não dormir. Pois teríamos que chegar ao aeroporto lá para as 4h 30. O Niels foi um fofo. Acompanhou a gente o tempo inteiro. Ligou para o taxi e foi conosco ao aeroporto.
Quanto as nossas bagagens, um pequeno espaço que fosse valia ouro. Resolvi meu problema de espaço vestindo minha segunda pele, uma blusa de lã e três jaquetas. O que me rendeu o apelido de Marshmallow Man. Foi horrível eu ficar com aquele montão de roupas. Rendeu muitas risadas de minha cara também. E pra ficar pior, aquela comilança vegetariana dos dias anteriores me deu um piriri dos infernos e, tive que ir para o aeroporto com essa sensação péssima.

Marshmallow Man

Apesar de tudo, foi triste deixar Amsterdam e o nosso amigo. Sandra e eu aproveitamos cada oportunidade de ver o amigo Niels depois de cruzarmos o portão de embarque. Enfim, mais uma missão cumprida. Roma nos espera.
A Itália eu creio que era o meu maior sonho. Sei lá de onde vem essa paixão que tenho pela Itália. Deve ser coisa de outra vida. (RS) O italiano foi o primeiro idioma que aprendi depois do português. Isso em 1996/97. A Itália seria meu novo desafio. Mas já sentia medo. Pois ouvia os italianos falando dentro do avião e parecia muito rápido e não os entendia. Cheguei a pensar que por causa disso e de depois de chorar tanto até agora e por estar trocando de corpo com a Sandra, não iria chorar pelo que eu estava por ver. Quando dei conta pela janela do avião que sobrevoávamos território italiano, eu voltei a chorar. Até solucei. Ainda bem que a Sandra estava a dormir para não rir da minha cara.
Chegamos. Foi a coisa mais fácil entrar na Itália. Parecia que descemos num terminal qualquer do Brasil. No aeroporto de Fiumicino não passamos pela polícia. Estávamos livres na Itália. Quando li num guia que era bem fácil essa entrada, principalmente para quem vem de dentro da Europa mesmo. E senti um sarcasmo no guia quando dizia “mostra a organização do país” (RS) Mas era verdade. Eu até brinquei com a San dizendo “Eu quero a polícia! Eu quero dizer pra quê eu estou aqui. Eu quero dizer quando eu volto para o Brasil!”(KKKKK)
No percurso de trem de Fiumicino até Roma não vi imagens tão bonita assim não. Até me lembrou alguns lugares do Brasil. Era lixo na beira da linha de trem, lugares sujos, prédios abandonados. (AFF) Mas o nosso destino era Roma. Isso me consolava.
Chegando na estação Termini em Roma, sabíamos que nossa hospedagem era próxima. Mas por onde sair? Onde está a rua? Foi aí que meu italiano foi útil. Fui perguntar. Recebi toda a orientação de um senhor de uma banca de jornal e, pra falar mais um pouquinho perguntei mais uma vez e logo estávamos em nosso destino. Meu italiano funciona! É muito gostoso sentir isso.
Deixamos nossas coisas nos hostel, pegamos um mapa e saímos para conhecer Roma.
Essa eu tenho que contar!
Quando saímos para conhecer a cidade, uma voz próximo ao ouvido da Sandra disse ciao. A Sandra com cara da pazza veio até mim e disse "Que cara louco! Veio e me falou tchau! Eu olhei e disse tchau pra ele também e fui embora!" Eu não aguentei... "Sandra, sua marmota! Você acabou de perdeu um xaveco! Ciao em italiano é oi!!!". Com essa eu falei pra Sandra que ela perdeu 50 pontos. Bem, ela estava com 5 por comversar com o australiano em Windsor. Total: -45 para Sandra. Quanto a mim: Eu beijei em Amsterdam  (50 pontos). Recusar um convite em Amsterdam (-25 ponto) Eu estou com 25 positivo. Estou ganhando da Sandra. (KKKKK)
Voltando para Roma... O Coliseu não deu para entrar hoje por causa do horário. Mas a gente volta. Roma está só começando para nós e posso dizer que esta cidade está correspondendo a toda a minha paixão e fascínio que tenho por este lugar. Nos próximos dias eu quero me sentir Júlio Cezar, Alexandre O... Melhor: ALBUKA, O GRANDE.
BACIO.

ALBUKA GOSTOU. ALBUKA QUERIA MAIS. (03/01/2011 – DIA15)

Hoje Sandra e eu demos conta que já passamos da metade de nossos dias de viagem. Pra piorar, hoje é o nosso último dia em Amsterdam. E parece que chegamos ontem...

Enfim, hoje foi um dia para conhecer mais lugares de Amsterdam, fazer mais compras - mas com um certo limite, pois na manhãzinha seguinte pegamos nosso vôo para Roma e nosso espaço de bagagem é limitado. Mas nos consola que tudo vai mudar de Roma em diante.
Também voltamos a comer numa lanchonete 100% vegetariana, voltamos ao bar de rock que a Sandra adorou, tomamos mais sambuka – afinal nos despedíamos da cidade.

No final, pegamos mais uma baladinha para ver se tinha a mesmo sorte do dia primeiro. Mas foi uma noite para fazer amigos, conversar bastante e reforçar ainda mais a vontade de voltar para esta cidade.
Nesta balada conhecemos a holandesa Linda.

SAMBUCA NO ALBUKA (02/01/2011 - DIA14)

De manhazinha tomamos um belo café da manhã com a família de Felice. Comemos um docinho que o casal oferece para todos que vem visitar a pequena Isis pela primeira vez. É uma torrada redonda, passa-se uma geléia nela e a cobre com umas bolinhas doces e coloridas. Ah! E comemos também uma massa doce, uma bolinha frita com açúcar de confeiteiro por cima, que a Inge nos explicou que é muito típica na região de se comer nos primeiros dia do ano. Chama-se oliebol. (Atenção nisso.)

Felice nos levou para a estação e voltamos para Amsterdam.
Hoje foi um dia de compras e passeio pela cidade para curtir a essência da cidade. Ver diante dos olhos toda a fama da cidade. Inclusive das putas nas vitrines. Diga-se de passagem: lindíssimas. Não tem barangas. (RS)

Nesta foto a Sandra não me deixou terminar de falar. (RS)
Bem, a noite foi de rock, boa cerveja e um néctar dos deuses: SAMBUCA!

Esta foto diz exatamente como estou me sentindo nesta cidade.

O final da noite em Amsterdam segue nas entrelinhas abaixo:

TCHU-TCHU-TCHURURU... MANÁ-MANÁ
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
LOOK! WE ATE IT ON THE MORNING. THIS NAME IS BOLLS FRITS
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
MY MONTH LOOK LIKE A… CÚ
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
I’M HUNG UP… I’M HUNG UP ON YOU
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
MANÁ-MANÁ…

domingo, 23 de janeiro de 2011

ALBUKA É SUCESSO EM AMSTERDAM (01/01/2011 - DIA13)

Após a queima de fogos fomos para um típico pub em Amsterdam. Lá dentro, vimos um rapaz moreno que tirou a jaqueta e em sua camiseta estava escrito em português: “Feliz Ano Novo”. Eu fui perguntar se era brasileiro ou português. A corzinha não nega. Brasileiro vivendo aqui na Holanda. O cara foi legal. Disse que estamos de férias por aqui, ele me deu algumas dicas, inclusive quanto a uso de camisinha. Disse que a Holanda tem o maior índice de contaminação de HIV da Europa. Mas não vim aqui procurando sexo.
Agora vou falar por mim: 2011 JÁ COMECEI ARRASANDOOOOO!
Eu achei as pessoas daqui lindas, só pra começar. Quem me conhece sabe que eu adoro uma pelezinha branca, bochecha rosa e melhor ainda, um belo par de olhos azuis. Aqui é cheio! E, eu sou novidade aqui. Se para Paris eu disse “Estou apaixonado por esta cidade”, para Amsterdam posso dizer “Esta cidade está apaixonada por mim” (KKKKK) Prepotência minha? Sei lá. Mas fui muito abordado na noite. Falavam dos meus olhos, do meu sorriso, da minha pele e do até de meu corte moicano. Claro que uma atenção eu tive que dar. Troquei um papinho legal e daí, ALBUKA beijou muuuuuuuuuuuito. Nada mais, hein!
Era legal falar meu nome e ouvi-lo assim: RRRRRRobson. (KKKKK) Bem, hora de dizer bye e voltar para casa. Temos a casa da mãe do Niels no interior da Holanda para irmos durante o dia.
Acordamos tarde, tomamos café e pegamos o trem rumo a cidade de Den Bosch. Na estação o irmão do Niels, Felice, nos esperava de carro para nos levar até a casa da mãe deles.
A Senhora Goverdine nos recebeu em sua casa com uma decoração muito bonita e tradicional para um jantar delicioso. Conhecemos também a esposa do Felice, Inge. Sua filhinha recém nascida Isis e a cachorrinha labrador Sam – Desde Paris estou com uma saudade do Bonnie… Enfim, ela preparou um jantar impecável, com pratos que Sandra e eu não conhecíamos. Tudo com muita cortesia de toda a família para nós.
Hora de partir. Ainda ganhei de presente da mãe do Niel uma jaqueta de couro.
Caminho para caso do Felice na cidade de Turnhout no interior da Bélgica. Fizemos uma horinha por lá e mais tarde apenas com o Felice, partimos Sandra, Niels e eu para Antuérpia. Lá, Felice nos levou para duas baladas exclusivas para mim. Até fomos fotografados e estamos no site deles (www.cafedelux.be)

Antuérpia-Bélgica. Pura Art Nouveau. Lindo, lindo, lindo...

ÚLTIMO EPISÓDIO DE ALBUKA 2010 (31/12/2010 - DIA12)

Sandra amanheceu ainda pior. Febre, tosse... Sem contar aqueles dias que só mulher sabe. Mais herpes, afta e por aí vai... Tadinha! Ela insiste em dizer que a culpa é minha. Tudo acontece com ela e eu to sempre sorrindo. (KKKKK) Parece minha irmã comigo. Eu explico é isso é pura sorte, ora! Enfim, como ela não estava legal, o tempo muito frio, passamos o dia em casa conversando e na maior parte do tempo com ela dormindo. Ela precisava repousar. O Niels também ajudou muito com suas ervas mágicas. Não estou falando de maconha – PELAMORDEDEUS! É que estou em Amsterdam e todo mundo sabe que isso é comum aqui.
O dia, o mês, o ano terminavam. O Niels preparou um prato típico aqui na Holanda para comer na data de hoje. Trata-se de uma sopa de feijões verdes e panquecas doces.   Ao anoitecer cada um tomou um belo banho e partimos para Waterloo plein no centro de Amsterdam para comemorar a passagem do ano. Foi inesquecível pra mim e com certeza para o Niels e a Sandra também. Em cima da ponte Magere Brug, sobre um canal de Amsterdam nós iniciamos o nosso 2011.
Como sempre faço, mesmo que discretamente, fiz a minha fezinha agradeci muito por este momento, por todo 2010 e pedi ainda mais para mim, minha família e todas as pessoas queridas que fazem parte de minha vida.
FELIZ 2011 PARA TODOS.