quinta-feira, 11 de agosto de 2011

CANDY ALBUKA

O Nhô Bento e a Yára hoje se apresentaram tortinhos para as crianças no Parque Fazenda BICHOMANIA. O Li ofereceu para a Thaís uma dose de Amarula e depois que eu cheguei, ela foi pegando outra, outra, outra e outra... (KKKKK)
Depois tive “dedo de prosa” com o Sérgio, jardineiro do parque, mineiro, negro, simples, humilde e de grande coração. Até conversa com as plantas! Contou tantas coisas que seria uma fonte inesgotável de conteúdo para compor o personagem Nhô Bento. A melhor que ele contou foi a de sua avó que conhecia rezas que atraíam as serpentes da região que ele cresceu. Disse que ela era contratada por fazendeiros das Minas Gerais que tinham problemas com suas criações por causa das cobras. As poderosas rezas de sua avó atraíam jararacas, jaracuçus, jibóias, corais falsas e verdadeiras e por aí vai... Pena que o Nhô caminha para a sua despedida.
Depois de almoçar, completei minha série de boas ações indo a Escola Estadual Sidrônia Nunes Pires em Caucaia Ville. Escolhi lá para doar uma coleção de livros da literatura nacional, alguns internacionais e três da coleção Sherlock Holmes. Eu não estudei lá. Minha irmã sim. E sei da qualidade de ensino daquela escola para a região e dos alunos que tem lá. Sei da boa administração, dos cuidados da biblioteca e creio que escolhi muito bem o destino de meus livros. Não chegou a ser como a experiência dos gibis ontem. Mas quando batia uma pontinha de vontade de desistir da doação eu pensava: “ALBUKA, você nunca leu estes livros. Não é agora que você vai ler, né?” (KKKKK) Fui muito bem recebido pela amiga Marina, “ex-sogra” de minha irmã. Adoro ela. Ela é sempre muito fofa comigo quando a gente se encontra. E ainda tinha referência para dizer quem eu era: filho da Osnair do cartório, irmão da Mariana, primo da Deda que já foi diretora do Sidrônia e ainda lembrei depois que a Néia da biblioteca é minha prima! (RS) Coisas de cidade pequena! A doação, como eu esperava, foi recebida com muito carinho.
Ah! E para ajudar o planeta fui jogar algumas pilhas velhas num posto de coleta em frente à escola. MISSÃO CUMPRIDA.
Na academia os resultados de meu esforço estão cada vez mais nítidos. Parando para pensar, foi meu último dia de treino de peitoral e bíceps. Peguei pesado e me superei como nunca. Cheguei a levantar ao todo 56,8 kg no supino. Ótimo resultado depois da minha longa crise de pneumonia. O legal é que os resultados já não são mais coisa que exclusivamente eu vejo ou sinto. As pessoas estão vendo. As mangas da camiseta já se apertam em meus braços. Os peitorais elevam a estampa de Batman da camiseta. A Léa e o Juliano do parque me aconselharam a não parar mesmo a 180º de distancia. Até pensei comigo: “Agora que conquistei o gosto pela coisa, não posso perdê-lo.” Conto mais. Parece que até a imagem da gente muda para os outros. Eu treinei até tarde hoje e comecei a ver “os mano” chegando à academia. Eu reparei que estava sendo tratado nos comprimentos como “o mano” também. (RS) Na hora de ir embora, a galera dando um tchau e tal... Fiquei me sentindo “O Cara”. (KKKKK) E é gostoso isso, viu! Não posso perder de jeito nenhum. Mas não vou deixar nunca de ser o ALBUKA que sou. Até fez sentido pra mim a musica Candy Shop da Madonna: My sugar is Raw, My sugar is Raw... (HEHEHE)
Bem... Daí meu caminho pra casa foi vendo motorista desrespeitando pedestre subindo na calçada, a pilantragem de quem quer dinheiro fácil com serviços que contratei para dar uma olhadinha no meu netbook... Daí, lembrei de crianças ontem gritando coisas horríveis para outra criança que, acho melhor nem escrever aqui... Daí, lembrei de outro sujeitinho dentro do metrô no último sábado que assim que a porta abril aproveitou para jogar seu lixo no chão... Só merda! Pensei: “Por isso que estou saindo fora! Mas de coração, espero que minhas boas ações feitas ontem e hoje sejam úteis na educação e na formação de brasileiros melhores. Sonhar não é proibido, é?

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

ALBUKA STORY



Aaaahh... Hoje me senti como o menino Andy, da animação da Disney TOY STORY 3. Nesta edição, Andy agora está crescido e sofre a difícil decisão de se desfazer de seus brinquedos favoritos da infância para iniciar uma nova faze em sua vida, a faculdade. No meu caso não se tratavam de brinquedos, mas de minha coleção de gibis Turma da Mônica que fizeram a minha infância e decidi me desfazer deles devido a minha viagem que se aproxima.
Naqueles gibis estavam sonhos, admiração, expectativas, esperanças... Eu sempre desenhei muito bem desde pequeno – aliás, há muito tempo não pratico; E Mauricio de Sousa para mim sempre foi um ídolo. Eu desenhava todos os seus personagens e sonhava em um dia trabalhar na Mauricio de Sousa Produções.  Bem, como sabemos, não foi o que aconteceu, né?

A Turma faz parte de minha infância. Eles me viram crescer e depois eu os vi crescerem. Vi a Mônica e o Cebola darem o primeiro beijo e hoje quando fui na livraria Saraiva do Super Shopping em Osasco para procurar um DVD, encontrei a Turma da Mônica Jovem com a capa “Quer namorar comigo?” Comprei na hora sem me preocupar com preço nem nada. Eu só queria testemunhar que agora é oficial: Mônica e Cebola estão namorando. Melhor ainda: sei que os nossos amigos estarão juntos para sempre. Eu me sinto da turma: Até fui figurante na edição 19 da Turma da Mônica Jovem! (HEHEHE) Veja:


Estou certo que tomei uma atitude sábia com o destino de minha coleção de gibis. Hoje tive que ir pra São Paulo na casa da Lucyene ver os últimos detalhes da viagem e pegar um mapa fabuloso da nova Zelândia que ela me deu e fui levar os de Roma que prometi pra ela. Ainda fui à casa amiga Valéria Sbrissa para pegar a última cadeira da minha mãe que foi utilizada na cenografia da peça Metendo a Colher. Pois bem, como ia dizendo, entre estes dois destinos, fui até a Biblioteca Infantil Monteiro Lobato, lugar que foi a “casa” do Grupo de Teatro Purãngaw por muito tempo e procurei pelo amigo Aderaldo, a quem contei a sobre meus planos e muito feliz recebeu a meu presente que, espero, ajudem muitas crianças a cultivar o hábito de ler, desenhar e possivelmente venerar a lenda viva das HQ’s brasileiras, Mauricio de Sousa.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A VOLTA DO NHÔ BENTO


Lembro do ano de 2008. Parei de trabalhar em São Paulo. Deixei o apartamento que dividia com mais dois. Fazia o curso “O Ator” no SATED e decidi: vou viver de teatro.  Foi aí o dono do Parque-Fazenda BICHOMANIA, o Renato, amigo de família ficou sabendo pela Valéria, nossa amiga em comum e me convidou para um projeto para seu parque.
Eu me lembro que era uma proposta para o mês de agosto, o mês do folclore e setembro na sequência. Ele queria desenvolver um trabalho que atraísse o público escolar. Nada melhor do que a diversão de seu parque para as crianças, somado a uma proposta pedagógica para atrair professores, pais e diretores. Aí entrou o ALBUKA.
O Renato havia pensado em eu me fantasiar de Saci Pererê. Vê se pode? (KKKKK) Eu disse “não vai dar certo”. Primeiro: Não sou negro; Segundo: Desconheço Saci gordo (KKKKK); Terceiro: Eu tenho duas pernas. Ele sugeriu algo que pudesse esconder uma das pernas...
Sabe, eu gosto muito de trabalhar para crianças no teatro. E eu faço este trabalho partindo do seguinte pressuposto: CRIANÇA NÃO É BURRA. Esconder uma das pernas em uma estrutura mesmo que simulasse uma pedra ou uma caixa não resolveria nada. As crianças vão querer se aproximar. Vão chamar: Saci vem aqui - Não posso; ou então: Saci, deixa eu ir aí? – Também não pode... Qualquer condição iria fazer a criança suspeitar da “farsa” – que na realidade é o que é o teatro. Mas o encanto para mim era alimentar a magia e o lúdico com este trabalho. E foi o que fiz. Mergulhei de cabeça em pesquisas relacionadas a folclore e em especial ao Saci. Bibliotecas, livrarias, websites, consultei organizações, associações, entrevistei pessoas, o presidente da SOSACI (Sociedade dos Observadores de Saci) e compus todo o meu projeto que foi admirado e aceito com louvor.
Minha pesquisa me rendeu que, para que o mito exista, ele precisa muito além do mito. Precisa de um contador, quem vai dissipar o causo e pelo meio de emissão boca a boca, vai se desenvolver entre uma cultura, uma sociedade e então se criará o mito. Ela não nasce nos livros. Nasce do povo. Por isso folclore. Do inglês folk lore (conhecimento do povo). Então nasceu a imagem de um contador de causos. O preto velho Nhô Bento, nome sugerido por minha irmã.
Como Nhô Bento recebi diversas manifestações de crianças. Das mais espertinhas, até as mais lúdicas. Minha pesquisa me deixou totalmente preparado para responder qualquer pergunta que me fizessem. Até mesmo as mais técnicas, inclusive de professores. No final as crianças queriam se despedir do bom velhinho negro com abraços e apertos de mão.
Quando terminava as apresentações do dia, eu ia para a casa reservada para mim, o Recanto Realeza. Tomava um belo de um banho, tirava todo o vestígio de maquiagem e ia almoçar entre as crianças mesmo. Apenas uma criança e uma professora me reconheceram.
Mas e o Saci, ALBUKA? As crianças ainda queriam o Saci.
Pois bem, depois que o Nhô Bento recebia a visita dos grupos de crianças, eles seguiam o passeio pelo parque sem nenhuma expectativa de ver o negrinho de uma perna só. Passavam pelo lago e viam a Yara, a sereia, ou melhor, a Thaís caracterizada na ilhazinha e, de repente, algumas pedras começavam a ser atiradas no lago. Os monitores começavam a chamar a atenção das crianças pedindo para que não joguem pedras no lago. Nessa hora atrás dos monitores, bem no alto de um morro, atrás das pedras aparece o Saci, o Willian todo saltitante com gorrinho vermelho e cachimbo na boca. Ah! As pedras pouparam que uma das pernas do amigo fosse decepada! (KKKKK)
Era muita alegria! As crianças tentavam explicar que era o Saci que estava jogando pedras. Mas quando o monitor olhava para trás o Saci se escondia! Foram experiências incríveis. Algumas vezes, escondido, eu me emocionei em ver a alegria das crianças junto do resultado positivo do projeto. Deu tudo certo.
Apresentei o mesmo projeto em 2008 e 2009 no parque, além de outros trabalhos como o CIRCOMANIA e a HISTÓRIA DO NATAL. Foram quase 8 MIL CRIANÇAS. No ano de 2010 trabalhei na empresoca e, agora às vésperas do início das REINAÇÕES EM 180º recebi o convite do Renato para voltar a apresentar. Por um momento recusei, afinal já estava com as passagens compradas e com meu tempo se esgotando. Ainda assim o Renato carinhosamente pediu minha participação até o dia que eu pudesse ficar e também a preparação de um dos monitores que me substituísse. Negócio fechado.
Hoje o preto velho Nhô Bento voltou ao parque, mesmo que em curtíssima temporada, para o carinho das crianças, a parceria, a amizade, a cooperação e o respeito da equipe de monitores e ainda ganhei da querida Leza, esposa do Renato, o livro Nosso Lar que já comecei a ler.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

ALBUKA MARILAC

Manhã que preparei a equipe de monitores do Parque BICHOMANIA para a volta e a despedida do preto velho Nhô Bento – afinal a Nova Zelândia se aproxima.
 Pra quebrar a rotina, uma trilha na Mata Atlântica com a galera do parque guiada pelo amigo Dedé.
Ah! Aprontei mais um dia de treino na academia ao som de Madonna. (RS) Levei o DVD The Virgin Tour. Assim nem dá pra ver o tempo passar. O legal foi uma moça ao final me pedir uma cópia para passar no caffé que ela possui... PLIM! Já sei quem é ela. A esposa do meu ex-patrão! (KKKKK) Se alguém na empresoca acha que eu fiquei na pior por ter sido demitido, eu estou malhando a tarde com a esposa do patrão deles. (KKKKK)
"Se isso é estar na pior... Porra! O quê que quer dizer estar bem, né?" (Luisa Marilac)
(KKKKK) AI, AI, AI... EU SE DIVIRTO.


 Mata Atlântica

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

ALBUKA SEM JUÍZO

Foram-se as duas últimas oportunidades de ALBUKA criar juízo. Foram extraídos hoje pelo Dr. Fábio e o auxilio da Renata os meus dois sisos superiores. Em 2008 eu já havia extraído os de baixo. Extraí-los foi mais um ítem de minha listinha de cuidados, necessidades e precauções para as aventuras que estou prestes a enfrentar nas REINAÇÕES EM 180º. A última coisa que precisarei para esta nova fase será juízo mesmo! O que eu preciso é o espírito guerreiro do Aragom dos Senhor dos Anéis! (HEHEHE) Acabei de assistir As Duas Torres e admirar as imagens deslumbrantes da Nova Zelândia.

No mais, tento me acertar com um novo visual. Aliás, reparei que tenho a mania de tentar mudar a minha imagem cada vez que passo por uma novidade na vida. Eu gosto disso! Às vésperas de ir para a Europa me livrei daquela empresa que trabalhava e fiz uma mudança radical. Raspei minha cabeça e viajei com corte moicano e voltei a usar meus brincos de argolas nas duas orelhas que tive que tirá-los por norma da empresoca. Quanto ao novo visual, minha irmã está me enchendo o saco com meu topete conquistado com muito custo por escova e chapinha. (KKKKK) Creio que eu não comece a nova temporada com ele. Já nas minhas orelhas... Hoje cedo dei conta que meu brinco da orelha direita havia perdido a bolinha que o fechava sob pressão. Andei por Caucaia Ville pra procurar algo similar. Quem disse que encontrei? Bem, encontrei piercings... OPA! Que tal algo novo?  No lugar dos brincos coloquei alargadores! (HEHEHE) Essa idéia a irmãzinha curtiu e disse que quer colocar também!

domingo, 31 de julho de 2011

MALAS QUASE PRONTAS

Foi um dia frio, chuvoso... O que tinha pra fazer, eu fiz. (HEHEHE) Fiquei o dia inteiro online curtindo minhas mensagens de parabéns pelas redes sociais, atendendo ligações e fazendo o mais divertido: arrumando as bagagens. Acho que 90% já esta pronto. Mas vou dizer a verdade, fui pior que mulher pra fazer isso. Foi duro abrir mão de algumas coisas que eu queria muito levar. Calçados eu me senti uma centopéia! Toucas, caps e bonés, o bicho de 14 cabeças. Perfumes, estou levando todos. Ah! E minha coleção de cuecas também. (KKKKK) Segue abaixo a imagem de como ficou minha cama hoje:

Parece que a ansiedade começou a bater. Nada que uma hora de esteira não resolveu!
Ah! Imagina que hoje acordei com a Sandra tirando da minha cara porque eu esqueci meus presentes no bar! (KKKKK)

sábado, 30 de julho de 2011

ALBUKA 3.0

ALBUKA 30 years old.

Trinta e um de julho. Nestes primeiros sete meses de 2011 esperei ansioso por este dia. Mas fui fiel até as 23 horas, 59 minutos e 59 segundos aos meus 29 aninhos. Agora não tem mais jeito. ALBUKA É TRINTÃO.
Quando digo que esperei de maneira ansiosa por esta data, juro que momento algum foi pensando no “peso da idade” como muitos dizem. Pelo contrário! Não me sinto com trinta anos e, isso não é papo de velho que quer parecer jovem, não! (RS) E é nítido em mim. Gozo de plena saúde, não estou careca, todos os dentes super saudáveis e apenas um fio de cabelo branco que enfeita minha cabeça já há alguns anos. Visualmente, comparado aos meus 15 anos parece que o tempo até me rejuvenesceu. (RS) Ontem mesmo na academia, a Claudia – minha nova amiga que também é fã de Madonna; ficou surpresa quando eu disse que completaria trinta anos hoje e concluiu dizendo que achava que eu tinha 21! – ela ficou minha melhor amiga depois disso! (KKKKK)
Pois bem, o que eu pensei muito neste ano na verdade era o que eu postaria aqui neste dia baseado em minha imagem de 15 anos atrás. Pensei em ofender meu passado, humilhá-lo, esquecê-lo, enterrá-lo... Afinal, aos 15 anos, no auge da adolescência eu era excessivamente obeso, nada bonito, nada sexy, não namorava, ou seja, eu era uma pessoa propensa a vitima do atual, famoso e super-moderno bulying. Mas ser uma figura assim me fez criar “armas” de auto defesa para conquistar antes de ser agredido. Não, não fiz karate, nem judô, nem taekwondo, não fiz musculação, nem nada. As minhas armas eram o bom humor, amizade, o riso, a alegria e simpatia. Claro que às vezes meu humor chegava a ser agressivo de mais e eu deixava de ser vítima para ser praticante do bulying. (RS)

Don’t be a drag... (Me, 15 years old.)

Quem conhece o novo ALBUKA sabe o quanto o humor faz parte mim. Não estou dizendo que eu seja a criatura mais simpática do mundo. Afinal, ninguém sorri 24 horas por dia e também se sabe que brincadeira tem hora e lugar. Também aos 30 anos já se viveu e aprendeu um bocado para saber que não é pra todo mundo que se pode sorrir. Pra quem sabe que eu faço teatro como hobbie, a primeira coisa que pensam de mim é a comédia! Até gosto muito de comédia e do feedback que ela dá. Mas engraçado mesmo eu gosto de ser na vida. O humor cativa, o humor conquista. E, ser essa pessoa que sou hoje, eu devo àquele gordinho feio de 15 anos atrás. O gordinho que, descobri já grande pelo professor Cleber, que o horário do intervalo na escola, a sala dos professores era a hora de rir e saber “QUAL A NOVA DO ROBSON?”. (KKKKK)
Muito obrigado velho-novo Robson por fazer o bom novo-velho Robson que sou hoje. É ótimo fazer 30 anos! Principalmente com amigos especiais e a companhia de minha querida mãezinha. Reuni no bar FRANGO COM TUDO, na Santa Cecília em São Paulo para celebrarmos este dia, mas no fundo tinha um gostinho de despedida. Foi hoje que dei o anuncio oficial da nova temporada de ALBUKA 2011. A noticia foi recebida de diversas maneiras entre meus amigos que estiveram presente. Mas uma coisa era unânime: os votos para que eu seja muito, muito feliz neste momento que quero e preciso fazer tudo novo em minha vida. Admito que estou abrindo mão de muita coisa que sonhei e que conquistei. É como recomeçar, ousar e encarar o maior desafio e a maior aventura que já encarei em 30 anos e dar uma virada em minha vida e no planeta em 180 graus. Vem aí:
REINAÇÕES EM 180º
Estréia 14 de agosto de 2011

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Just be a Queen. (30 years old.)